Para Brittany May, menos é mais. A professora, de 25 anos de idade, já chegou a pesar 233 kg. Mas foi apenas depois de ter que se pesar em uma balança agrícola – já que uma balança normal não conseguia mais acomodá-la – que ela percebeu que tinha que ter sua vida de volta e ser saudável.

Hoje, ela pesa 80,7 kg. E ela fez isso tudo em menos de dois anos: 152 kg em 22 meses, para ser exato.

May trabalha como professora do ensino médio na Pensilvânia, nos EUA. Até mesmo quando adolescente, ela sempre foi gordinha e era a última criança a ser escolhida para os times esportivos, lembra a própria. Lentamente, ao longo dos anos, ela foi ganhando mais peso. Mesmo quando incentivada por uma amiga a perder peso, May dizia não estar pronta.

‘Eu não conseguia caber entre o banco e o volante’

Quando ela tentava uma dieta ou um plano de treino, nada durava a longo prazo. Então ela desistia. “Fazer as coisas sozinha simplesmente não funcionava”, disse ela.

Naquela época, ela nunca fazia uma refeição normal. Em vez disso, ela fazia o que chama de “refeição antes da refeição”.

“Eu parava em um restaurante de fast food a caminho de casa. Quando chegava em casa, comia um frango empanado, uma batata, um vegetal rico em amido e um amido em cima disso. Eu não comia muito verde. Minha dieta se baseava em comidas convenientes”, disse ela.

Para May, a comida sempre foi uma fonte de conforto. Durante toda a sua vida, tudo girou em torno da comida.

“Eu nem poderia me encaixar atrás do volante de um carro”, disse ela, lembrando-se de quando estava mais pesada.

A parte mais difícil: O começo

“Percebendo que isso seria em grande parte uma questão de jogo, eu sabia que teria que abandonar minha teimosia e estar disposta a enfrentar os maus hábitos, o estilo de vida sedentário e a relação com a comida”, disse May.

Através de um amigo, ela descobriu um programa de perda de peso baseado em substitutos de refeição prontos e coaching pessoal. Funcionou perfeitamente para ela, e agora ela é até uma treinadora da equipe deste programa.

O que mais funcionou para ela? Ter sua própria rede de apoio.

“Saber que eu não precisava fazer isso sozinha foi o ponto da virada. Foi a comunidade”, disse ela. “Saudável e consciente, eu tenho mais energia. Eu posso dirigir um carro. Eu posso abaixar e amarrar meu sapato. Eu entrei em uma academia para diversão. Quem teria pensado nisso? Cada parte de minha vida mudou.”

As mudanças incluem o que está em seu prato.

“Há muito mais cor. A comida é realmente bonita. E agora é uma porção sensata. Eu como quantidades mais moderadas. Eu como couve-flor, uma proteína mais magra ou frutos do mar e legumes com baixo teor de amido”, disse ela.

Até mesmo seu guarda-roupa se beneficiou da nova pessoa que se tornou. “Eu amo jeans skinny. Eu nunca teria pensado que eu usaria propositalmente roupas que são apertadas!”, ela ri agora.

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